PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

 

 

 

CONTEÚDO

 

-         PARECER DA AUDITORIA INDEPENDENTE

-         DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E NOTAS EXPLICATIVAS

 

 

QUADRO I

-

Balanço Patrimonial

 

 

 

QUADRO II

-

Demonstração do Resultado do Exercício

 

 

 

QUADRO III

-

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

 

 

 

QUADRO IV

-

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

 

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

 

  31 de março de 2007

 

Aos Administradores

Associação de Crédito Popular - ACP

Belo Horizonte - MG

 

1. Examinamos os Balanços Patrimoniais da Associação de Crédito Popular, levantados em 31 de dezembro de 2006 e de 2005, e as respectivas Demonstrações do Resultado e das Mutações do Patrimônio Líquido correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas Demonstrações Contábeis.

 

2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria que requerem que os exames sejam realizados com o objetivo de comprovar a adequada apresentação das Demonstrações Contábeis em todos os seus aspectos relevantes. Portanto nossos exames compreenderam, entre outros procedimentos: (i) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da Associação, (ii) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgadas e (iii) a avaliação das práticas e estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da Associação, bem como da apresentação das Demonstrações Contábeis tomadas em conjunto.

 

3. Não obtivemos resposta à carta de circularização para confirmação de saldos de operação de empréstimos junto ao BankBoston, cujo valor registrado contabilmente é de R$ 1.687.151,55 (Um milhão, seiscentos e oitenta e sete mil, cento e cinqüenta e um reais e cinqüenta e cinqüenta e cinco centavos). Não foi possível através de outros procedimentos de auditoria concluir sobre este saldo não confirmado pela instituição financeira e sobre os efeitos de possíveis divergências nas demonstrações contábeis do exercício.

 

4. Em nossa opinião, exceto pelos efeitos de possíveis ajustes que poderiam mostrar-se necessários pela limitação descrita no parágrafo 3 acima, as demonstrações contábeis mencionadas no parágrafo 1 representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Associação de Crédito Popular em 31 de dezembro de 2006 e de 2005, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido referentes aos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

 

Luís Guilherme Villela Alves

Registro no Conselho Regional de Contabilidade/MG  CRC -  67.509

Registro no Instituto dos Auditores Independentes do Brasil -  3.421/4a Região

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

QUADRO  I 

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

(Em Reais – R$)

 

 

 

2006

 

2005

ATIVO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CIRCULANTE

 

 

 

 

Caixa e bancos

 

105.443,69

 

321.763,98

Contas a receber de clientes

 

2.598.546,88

 

1.988.584,92

Valores a receber de convênios

 

38.924,86

 

106.196,38

Adiantamento a fornecedores

 

0,00

 

7.300,00

Outros ativos circulantes

 

104,34

 

9.150,60

 

 

2.743.019,77

 

2.432.995,88

 

 

 

 

 

PERMANENTE

 

 

 

 

Imobilizado

 

94.383,50

 

218.721,83

Diferido

 

30.235,29

 

40.411,18

 

 

124.618,79

 

259.133,01

 

 

 

 

 

TOTAL DO ATIVO

 

2.867.638,56

 

2.692.128,89

 

As notas explicativas anexas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

 

 

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

QUADRO  I

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

(Em Reais – R$)

 

 

 

 

2006

 

2005

PASSIVO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CIRCULANTE

 

 

 

 

Fornecedores

 

14.421,26

 

0,00

Empréstimos e financiamentos

 

2.185.124,14

 

1.515.922,71

Obrigações sociais e trabalhistas

 

41.256,19

 

8.378,02

Obrigações tributárias

 

1.144,83

 

1.099,21

 

 

2.241.946,42

 

1.525.399,94

 

 

 

 

 

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO

 

 

 

 

Empréstimos e financiamentos

 

437.876,87

 

867.713,31

 

 

437.876,87

 

867.713,31

 

 

 

 

 

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

 

 

 

 

Reservas de lucros

 

0,00

 

39.771,70

Superávit acumulado

 

187.815,27

 

259.243,94

 

 

187.815,27

 

299.015,64

 

 

 

 

 

TOTAL DO PASSIVO

 

2.867.638,56

 

2.692.128,89

 

As notas explicativas anexas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

QUADRO  II

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS FINDOS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

(Em Reais – R$)

 

 

2006

 

2005

RECEITA DAS ATIVIDADES SEM FINS LUCRATIVOS

 

 

 

 

 

 

 

    Receitas Operacionais

1.275.742,78

 

929.423,34

    Custos das Atividades s/ fins Lucrativos

(922.680,68)

 

(690.858,42)

 

 

 

 

SUPERAVIT (DÉFICIT) BRUTO

353.062,1 0

 

238.564,92

 

 

 

 

DESPESAS/CUSTOS OPERACIONAIS

 

 

 

 

 

 

 

Despesas Administrativas

(530.038,68)

 

(285.618,13)

Despesas Tributárias

(38.174,31)

 

(26.113,41)

Receitas Financeiras (líquidas das despesas financeiras)

185.434,59

 

149.957,59

Recuperação de Despesas – Convênios

48.258,78

 

0,00

    Outras Despesas

(2.495,00)

 

(6.526,00)

 

(337.014,62)

 

(168.299,95)

 

 

 

 

SUPERÁVIT (DÉFICIT) DO EXERCÍCIO

16.047,48

 

70.264,97

 

 

As notas explicativas anexas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

 

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

QUADRO  III

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

(Em Reais – R$)

 

 

 

 

 

 

 

 

R$

 

 

CAPITAL

 

RESERVA

 

SUPERAVIT

 

TOTAL

 

 

 

 

GARANTIA

 

ACUMULADOS

 

 

SALDO EM 31.12.2001

 

0,00

 

14.018,44

 

246.633,02

 

260.651,46

RESERVA DE GARANTIA

 

0,00

 

34.146,26

 

(34.146,26)

 

0,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUPERAVIT EXERCÍCIO

 

 

 

 

 

82.546,82

 

82.546,82

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SALDO EM 31.12.2002

 

0,00

 

48.164,70

 

295.033,58

 

343.198,28

SUPERAVIT EXERCÍCIO

 

0,00

 

0,00

 

(81.222,37)

 

(81.222,37)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SALDO EM 31.12.2003

 

0,00

 

48.164,70

 

213.811,21

 

261.975,91

RESERVA DE GARANTIA

 

0,00

 

33.496,28

 

0,00

 

33.496,28

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUPERAVIT EXERCÍCIO

 

0,00

 

0,00

 

(66.721,52)

 

(66.721,52)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SALDO EM 31.12.2004

 

0,00

 

81.660,98

 

147.089,69

 

228.750,67

RESERVA DE GARANTIA

 

0,00

 

(41.889,28)

 

41.889,28

 

0,00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUPERAVIT EXERCÍCIO

 

0,00

 

0,00

 

70.264,97

 

70.264,97

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SALDO EM 31.12.2005

 

0,00

 

39.771,70

 

259.243,94

 

299.015,64

RESERVA DE GARANTIA

 

 

 

(39.771,70)

 

 

 

(39.771,70)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AJUSTE EX. ANTERIOR

 

 

 

 

 

(87.476,15)

 

(87.476,15)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUPERAVIT EXERCÍCIO

 

 

 

 

 

16.047,48

 

16.047,48

SALDO EM 31.12.2006

 

0,00

 

0,00

 

187.815,27

 

187.815,27

 

As notas explicativas anexas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

QUADRO  IV

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÃO DE RECURSOS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

(Em Reais – R$)

 

 

 

 

 

31/12/2006

 

31/12/2005

ORIGENS DOS RECURSOS

 

 

 

 

 

Das operações sociais

 

 

 

 . Lucro Líquido do exercício

 

 

16.047,48

 

70.264,97

 . Constituiçao Reserva Garantia

 

 

 

 

Despesas <receitas> que não afetam o capital Circulante

 

 

 

 . Depreciação

 

 

 

48.912,18

 

 

 . Realizaçao Diferido

 

 

 

10.175,89

 

10.102,79

De terceiros

 

 

 

 

 

 

 . Financiamentos

 

 

 

 

 

 

TOTAL DOS RECURSOS OBTIDOS

 

75.135,55

 

80.367,76

APLICAÇÃO DE RECURSOS

 

 

 

 

Reversão  da reserva de Garantia

39.771,70

 

0,00

No ativo Permanente

 

 

 

 

 

 

 .  Imobilizado

 

 

 

12.050,00

 

4.220,00

.   Diferido

 

 

 

 

 

0,00

Redução exigivel  Longo Prazo

 

429.836,44

 

264.271,83

 

 

 

 

 

 

 

TOTAL DAS APLICAÇÕES

 

 

481.658,14

 

268.491,83

AUMENTO <REDUÇÃO> CAPITAL CIRCULANTE LIQUIDO

(406.522,59)

 

(188.124,07)

DEMONSTRAÇÃO DA VARIAÇÃO CAPITAL

 

 

 

CIRCULANTE LIQUIDO

 

 

 

 

 

 

Ativo circulante

 

 

 

 

 

 

 . No inicio do exercício

 

 

 

2.432.995,88

 

2.132.813,80

 . No fim do exercício

 

 

 

2.743.019,77

 

2.432.995,88

 

 

 

 

310.023,89

 

300.182,08

Passivo Circulante

 

 

 

 

 

 

 . No inicio do exercício

 

 

 

1.525.399,94

 

1.037.093,79

 . No fim do exercício

 

 

 

2.241.946,42

 

1.525.399,94

 

 

 

 

716.546,48

 

488.306,15

AUMENTO <REDUÇÃO>  CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

(406.522,59)

 

(188.124,07)

As notas explicativas anexas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

 

 

ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E 2005

 

1 – CONTEXTO OPERACIONAL

 

A Associação de Crédito Popular, cujas atividades iniciaram-se em 14 de maio de 1999, é uma associação civil, não governamental, sem fins lucrativos, voltada para apoiar pequenos empreendimentos e micro empresas, dirigidos por pessoas ou grupos de baixa renda, concedendo aos seus beneficiários os serviços de financiamento e assistência técnica.

 

Tem como objetivo, conceder crédito ágil, acessível e adequado para o fortalecimento ou criação de micros e pequenos empreendimentos formais e informais, localizados no estado de Minas Gerais.

 

A finalidade do crédito é conceder empréstimos aos pequenos empreendedores que necessitam de capital de giro e capital fixo, para aquisição de mercadorias e matérias primas, ferramentas, máquinas, veículos utilitários e equipamentos.

 

 2 – PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

 

(a) Apresentação das Demonstrações Contábeis

 As Demonstrações Contábeis foram elaboradas e estão sendo apresentadas em conformidade com as disposições das Normas Brasileiras de Contabilidade e Princípios Fundamentais de Contabilidade. 

 

(b) Apuração do resultado

 O resultado é apurado pelo regime contábil de competência de exercícios e confrontação entre as receitas e as despesas.

  

(c) Demais ativos circulante e realizável a longo prazo

 Estão demonstrados pelos seus valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações monetárias auferidos.

 

(d) Imobilizado

 Está demonstrado ao custo de aquisição deduzido da depreciação.

 

(e) Demais passivos circulante e exigível a longo prazo

 São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos.

 

3 – CLIENTES

 

Em uma instituição de microcrédito a carteira representa o principal ativo da organização, sua principal fonte de receita e de risco. Em 31/12/2006 o saldo apresentava a seguinte composição:

 

Clientes

Valor(R$)

Clientes Belo Horizonte

411.359,63

Clientes Barreiro

177.837,05

Clientes Conselheiro Lafaiete

204.078,07

Clientes Curvelo

103.554,61

Clientes  Divinópolis

317.944,72

Clientes Itabirito

64.083,52

Clientes Itaúna

253.568,57

Clientes Mariana

50.307,50

Clientes Minas Novas

445.126,26

Clientes Turmalina

664.298,06

Clientes desconto de cheques

17.875,61

 

2.710.033,60

PDD

111.486,72

Total

2.598.546,88

 

 

4 – VALORES A RECEBER DE CONVÊNIO

 

 

 

 

R$

 

 

2006

 

2005

VALORES A RECEBER DE CONVENIOS

 

 

 

 

PROJETO HARRY STOKES-FOGÕES

 

0,00

 

69.401,76

CONVÊNIO PROJETO ENERGIA SOLAR

 

38.924,86

 

36.794,62

 

 

38.924,86

 

106.196,38

 

5 – IMOBILIZADO

 

 

2006

 

Taxa de depreciação

 

Custo      corrigido

 

Depreciação acumulada

 

Valor

Líquido

 

 

Aparelhos telefônicos

7.920,00

 

(3.003,48)

 

4.916,52

 

20%

Veículos

85.650,00

 

(70.431,01)

 

15.218,99

 

20%

Móveis e Utensílios

24.264,87

 

(9.011,34)

 

15.253,53

 

10%

Computadores e Periféricos

116.882,91

 

(80.981,99)

 

35.900,92

 

20%

Software

38.354,68

 

(15.261,14)

 

23.093,54

 

-

 

273.072,46

 

(178.688,96)

 

94.383,50

 

 

A Associação de Crédito Popular não vinha realizando depreciação de seu Ativo Imobilizado, em função de não ser contribuinte do Imposto de Renda e Contribuição Social, tributos cujos encargos de depreciação seriam dedutíveis. No entanto, seguindo orientações dos agentes financiadores, bem como da empresa responsável pela auditoria externa, a depreciação foi integralmente reconhecida no exercício social do ano de 2006, sendo ainda contabilizados os ajustes relativos a exercícios anteriores.

 

6– EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTO

 

A posição da dívida era a seguinte em 31 de dezembro de 2006:

                                                                                                           R$

 

Taxa Média anual de juros

 

 
31/12/2006

 

 

31/12/2005

 

 

 

 

 

 

BDMG

TJLP

 

 

 

 

Curto Prazo

 

 

330.000,00

 

285.000,00

Longo Prazo

 

 

312.411,48

 

686.442,92

 

 

 

642.411,48

 

971.442,92

 

 

 

 

 

 

BNDES

4% a.a.

 

 

 

 

Curto Prazo

 

 

74.937,84

 

69.999,00

Longo Prazo

 

 

125.465,39

 

181270,39

 

 

 

200.403,23

 

251.269,39

 

 

 

 

 

 

Banco Itaú

 

 

93.034,75

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Banco de Boston

1,25% a.m

 

 

 

 

Curto Prazo

 

 

1.687.151,55

 

1.160.923,71

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.529.966,26

 

2.383.636,02

 

 

 

As parcelas a longo prazo têm a seguinte composição, por ano de vencimento:

 

 

 

2006

2008

297.575,94

2009

140.300,93

Total

437.876,87

 

Como garantia dos financiamentos são dados os contratos de empréstimos (micro-crédito) a receber junto aos clientes

 

 

7– CUSTOS DAS ATIVIDADES SEM FINS LUCRATIVOS

 

Em 2006 os custos oriundos das atividades da Associação estão sendo contabilizados por centro de custo, onde cada agência apresenta seus devidos custos no exercício.

 

 

8- RESERVA DE GARANTIA

 

A Associação optou por ajustar a “reserva de garantia”, no exercício de 2005, para 2% do valor de sua carteira, conforme previsto no regimento interno. Nos exercícios anteriores a provisão foi mantida em valores superiores, por questões de conservadorismo e pela expectativa de aumento da inadimplência, face a instabilidade econômica/política da época.  Para o exercício de 2006, a Associação optou por reverter os valores acumulados nesta reserva, uma vez que neste exercício passou a contabilizar a Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa.